Ao revisitar meu diário de jogatinas, vejo que 2025 foi um ano de grandes experiências nos games. Experienciei narrativas densas e caprichadas que já considero obras-primas, mas também tive experiências arrastadas que testaram a paciência. No fim, foi um ano de bons jogos zerados.

O início: impacto e ação (Janeiro e Fevereiro)
O ano já começou bem com The Last of Us Part II. Sinceramente? Um dos jogos mais impressionantes que já joguei na vida. É uma experiência que define o que é imersão. Nota 5/5.
Logo em seguida, embarquei em Final Fantasy XVI. O jogo funciona muito bem no seu foco em ação, mas, na minha visão, faltaram elementos de RPG para elevar a experiência. A estória é caprichada, mas algumas missões arrastadas e pouco criativas pesaram na balança. Nota 4/5.
Fevereiro zerei Suicide Squad: Kill The Justice League. Olha, apesar dos problemas, serviu como um passatempo despretensioso. A jogabilidade é fluída e escalar os cenários é bem maneiro, mas a falta de criatividade nas missões de campanha cansa rápido. É aquele típico “joguei, gostei, mas não voltaria”. Nota 3/5.

Indies e boas narrativas (Maio a Julho)
Em maio joguei Katana Zero, e… que jogo impecável! Frenético, divertido e com um enredo caprichado. Nota 5/5.
Em Junho, Beyond Eyes ofereceu uma proposta visual agradável e uma história legal. No entanto, a mecânica não me conquistou: o jogo resume-se a caminhar, e a narrativa é rasa, apesar do contexto sério. Quando joguei dei nota 3/5, mas poderia ser menos.
Final Fantasy IX entregou uma linda história que vai ficar na minha memória por um bom tempo. A conexão com os personagens foi tão forte que, ao terminar, já senti saudade de todos eles. Nota 4.5/5.
No final de junho zerei A Juggler’s Tale, uma experiência de resolução de puzzles curta e bem feita cuja mensagem principal é a liberdade. Nota 3.5/5.

Plataforma, nostalgia e JRPGs (Agosto e Setembro)
Agosto foi mês de visitar a mente conturbada de Alice em Alice: Madness Returns. Como adoro plataforma 3D, esse passeio estranho e curioso foi um prato cheio. Controlar a Alice é suave e a história densa te mantém engajado. Um dos poucos jogos que fiz 100% em 2025. Nota 4/5
Setembro foi reservado para encerrar uma aventura antiga: Ni No Kuni. Foi meu “RPG conforto” por muito tempo. Mesmo voltando um pouco desconectado após um longo hiato, consegui me reconectar em partes e me satisfazer com o final. Nota 4.5/5.

A reta final: pancadaria, karts e mais JRPG (Outubro a Dezembro)
Outubro foi agitado! Granblue Fantasy: Relink se mostrou um RPG focado na ação — divertido para apertar botões, mas uma experiência morna e um tanto genérica. Nota 3.5/5. Já Xenoblade Chronicles X brilhou na exploração do mundo de Mira e nos combates, entregando uma experiência bem satisfatória. Nota 4/5.
Mas a estrela do mês de Outubro foi Absolum. Meus amigos, isso é tudo que se espera de um beat ‘em up de excelência. O impacto de cada soco e os combos devastadores me deixaram maravilhado. Já entrou para a lista de favoritos do gênero. Nota 5/5.
Em Novembro zerei Mario Kart World, um jogo bonito, criativo e acima de tudo, divertido. Zerar foi rápido, mas o jogo tem conteúdo para anos de diversão. Pessoalmente, gostei muito mais deste jogo do que do Mario Kart 8. Nota 5/5.
E não posso esquecer da grata surpresa que foi Final Fantasy VII Remake. Comecei despretensioso e terminei amando cada segundo, especialmente o combate desafiador e divertido à beça. Outro 5/5 para a conta.

Últimos jogos zerados do ano:
- Visions of Mana: um jogo para curtir sem compromisso e dar boas risadas com a party, apesar da história não ser profunda.
- Sonic Frontiers: um Sonic diferente, com uma proposta de “playground” ousada que funcionou muito bem.
- Crisis Core: Final Fantasy VII – Reunion: a peça que faltava para eu entender um pouco mais do Zack e Cloud. Senti a jornada do Zack um pouco arrastada, mas foi muito bom entrar mais a fundo na lore de FFVII. Nota 4.5/5.
2025 foi um ano de revisitar clássicos, descobrir indies divertidos e mergulhar de cabeça em JRPGs. E você? O que zerou em 2025? Deixa aí nos comentários!


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