O começo da minha relação com Final Fantasy XVI, parte 1

A minha relação com Final Fantasy XVI cresce a cada jogatina, como qualquer ótimo relacionamento.

Tempo de leitura: 3 minutos


De antemão adianto que não sou o cara mais engajado com o universo Final Fantasy, mergulhei na série através do Final Fantasy XV, um jogo que tem um lugar no meu coração até hoje por toda experiência que me proporcionou na época, esse jogo inclusive foi o responsável pelo meu interesse por muitos aspectos desse universo de fantasia magnífico criado pela Square Enix.

Final Fantasy XVI foi uma das razões que me fez comprar um PlayStation 5, praticamente tudo que vi sobre o jogo antes do seu lançamento me conquistou, então como já estava inclinado a comprar o novo console da Sony, não havia momento melhor do que durante esse grande lançamento.

Mais que amigos, irmãos. – Screenshot: PlayStation 5/Joguindie

A história desse jogo é simplesmente maravilhosa, a jornada do herói (Clive) é contada com muito cuidado, e o seu desenrolar é coeso e muito bem amarrado. Fiquei bastante envolvido com os seus acontecimentos, e cada um deles foi merecedor da minha atenção. A construção dos personagens é uma coisa linda, todos os personagens apresentados fisgaram o meu interesse com suas nuances muito bem construídas durante o seu desenrolar na história. Queria ser amigo do Clive, também adoraria ter Joshua como irmão, e Jill como minha fiel companheira… aproveitando a deixa, uma salva de palmas para os dubladores, todos eles, suas vozes acrescentaram uma camada de profundidade maior aos mesmos.

Quando penso na jogabilidade de um jogo, espero dela compromisso com uma única coisa: a diversão. Há diversos fatores técnicos que fazem de uma jogabilidade divertida ou não, mas onde realmente quero chegar é que independente de qualquer aspecto técnico que realça uma boa jogabilidade, o que me interessa é o resultado divertido que a mesma tem para me oferecer. Apesar de contextualizar o que é importante para mim em uma jogabilidade por conta do que eu tenho lido e ouvido por aí a respeito da jogabilidade desse jogo, não vou entrar em detalhes sobre o que tem sido falado, mas sim no que eu tenho para falar.

Quando o combate esquenta – Screenshot: PS5/Final Fantasy XVI

A jogabilidade de Final Fantasy XVI no que diz respeito aos combates, é simples em sua concepção, mas sua execução requer reflexos para que o seu potencial seja explorado ao limite. Os inimigos estão ali para serem abatidos, mas o sentido da coisa está justamente em como você lida com eles durante os momentos de ação e reação. Cada inimigo do jogo tem características para construir o seu “palco de combate”, mesmo os mais simplórios, é legal quando encaramos cada combate como uma dança ensaiada, mas cujo resultado depende da performance, é o típico épico a sua maneira…

Contemplar é algo muito natural em FFXVI, a direção de arte é impecável. Estou sempre parando em algum trecho só para apreciar cada detalhe do mundo. No meu entendimento, não é o jogo que mais explora todo o poder gráfico do PlayStation 5, mesmo com algumas polêmicas relacionadas a aquecimento, porém é seu viés artístico que faz toda a diferença, contribuindo para um visual único.

Fiquei durante um tempo respirando esse ar puro… – Screenshot: PlayStation 5/Joguindie

O que dizer sobre a trilha sonora?… Talvez que ela seja perfeita e dispense comentários?… Enfim, ela é tão marcante que cogitar jogar sem é uma ideia absurda. Com a trilha sonora presente tudo é mais profundo, épico, e memorável.

A minha jornada tem sido tranquila, não estou nem um pouco apressado, e tenho apreciado cada detalhe, até texto de item estou lendo, sinal de que estou apreciando cada pedaço e minuto desse Final Fantasy.

O começo da minha relação com o jogo não poderia ser melhor, espero manter um relacionamento saudável até o seu desfecho. Há quem diga que começos são sempre maravilhosos… pelo menos para mim, poucos jogos que começaram bem me decepcionaram. Final Fantasy XVI é um jogo que quanto mais eu jogo, mais eu tenho certeza do meu apreço por ele, e, como qualquer ótimo relacionamento, ele só melhora com o tempo.

Quando a minha jornada chegar ao fim, volto para contar para vocês. 😉

Leia a segunda parte dessa experiência.

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